Repelente natural com óleo essencial funciona? O que dizem os estudos - Camila Castellan

Repelente natural com óleo essencial funciona, mas por pouco tempo. Em testes com voluntários, a citronela e o cravo afastam o mosquito, só que a proteção dura de minutos a poucas horas, bem menos do que os repelentes registrados com DEET ou icaridina[1][3][4]. O motivo principal é que os óleos essenciais evaporam rápido da pele[2]. A exceção é o PMD, uma substância derivada do eucalipto-limão, que tem eficácia parecida com a do DEET[5][6], mas não deve ser usada em menores de 3 anos. Em época de dengue, em gestantes e em quem mora ou viaja para áreas de surto, a recomendação oficial é usar repelentes registrados na Anvisa[16]. O óleo essencial pode entrar como aliado no uso pessoal e familiar, em situações de baixo risco, sempre diluído.

Camila Castellan

Por Camila CastellanBiomédica, neurocientista e aromaterapeuta clínica · Publicado em 3 de outubro de 2026

Resumo rápido

Resumo rápido

Funciona?Sim, mas a proteção é curta: de minutos a poucas horas, conforme o óleo e a concentração.
Por que dura poucoOs óleos essenciais são voláteis e evaporam rápido da pele.
O destaqueO PMD, derivado do eucalipto-limão, chega perto do DEET nos estudos.
Dengue e surtosGestantes e áreas de surto: repelente registrado na Anvisa, sem trocar por óleo.
CriançasPMD não antes dos 3 anos. Recém-nascido não usa óleo essencial.
Velas e difusorAjudam pouco e só bem perto da pessoa.

Neste artigo você vai ver o que os estudos mostram sobre citronela, eucalipto-limão, cravo e andiroba, por que o óleo essencial protege por menos tempo, quando não confiar só nele, os cuidados com crianças e gestantes, uma receita caseira com diluição segura e o que esperar de velas e difusores.

Como um repelente funciona

O mosquito encontra a gente principalmente pelo gás carbônico da respiração, pelo calor e pelas substâncias que a pele libera no suor. Um repelente cria, perto da pele, uma “nuvem” de moléculas que confunde ou incomoda o mosquito, e ele desiste de pousar. Para isso funcionar, a substância precisa ficar na pele e ir evaporando aos poucos, por horas[2].

É aí que está a diferença entre um repelente registrado e um óleo essencial. Substâncias como o DEET e a icaridina foram desenvolvidas para evaporar devagar. Os óleos essenciais, ao contrário, são formados por moléculas pequenas e muito voláteis: é justamente por isso que sentimos o aroma deles tão rápido. Essa mesma volatilidade faz com que eles saiam da pele em pouco tempo. Uma revisão sobre repelentes de origem vegetal explica que muitos deles têm boa ação logo após a aplicação, mas perdem força rapidamente, o que obriga a reaplicar com frequência[2].

Os pesquisadores testam formas de segurar o óleo por mais tempo na pele. A mais estudada é a vanilina, substância da baunilha. Em laboratório, acrescentar vanilina a 5% à citronela aumentou o tempo de proteção[3][11], e uma revisão estimou um ganho de cerca de 2 horas[4]. São resultados de testes controlados, com formulações feitas em laboratório. Um extrato de baunilha caseiro não tem a mesma concentração, e por isso não dá para prometer o mesmo efeito.

Outro ponto que pouca gente sabe: o mosquito da dengue, o Aedes aegypti, é um dos mais difíceis de repelir. Uma revisão de 102 estudos mostrou que ele resiste mais aos repelentes do que outras espécies, como o Aedes albopictus e o Culex, o pernilongo comum[4]. Por isso, um produto que parece funcionar contra o pernilongo de casa pode não proteger contra o mosquito da dengue.

O que os estudos mostram

A pergunta “repelente natural funciona?” já foi testada muitas vezes, com voluntários que expõem o braço a mosquitos em laboratório. A tabela resume os estudos mais importantes:

Óleos essenciais e outros repelentes: o que foi testado

EstudoO que foi testadoO que aconteceuNível de evidência
Comparação de repelentes, 15 voluntários[1]Repelentes botânicos à venda × DEETDEET a 23,8% protegeu por cerca de 5 horas; a maioria dos botânicos, por menos de 20 minutosEstudo controlado em laboratório
Revisão com meta-análise sobre citronela[3]11 estudos de citronela × DEETA citronela protegeu em média cerca de 4 horas a menos que o DEET contra o Aedes; com vanilina, durou maisRevisão sistemática
Revisão de 102 estudos[4]DEET, icaridina, IR3535 e PMDDEET a 20% ou mais protegeu até 10 horas contra o Aedes; muitos repelentes de plantas, por pouco tempoRevisão da literatura
PMD do eucalipto-limão[5][6]PMD × DEETEficácia parecida com a do DEET, com duração um pouco menorEstudos de laboratório e de campo
38 óleos essenciais[7]Óleos a 10%, 50% e purosDiluídos, nenhum protegeu por 2 horas; o cravo puro protegeu de 2 a 4 horasEstudo controlado em laboratório
Cinco óleos, várias concentrações[8]Cravo, tomilho, hortelã-pimenta e outrosA 5% e 10%, nenhum evitou picadas; cravo e tomilho mais concentrados protegeram 1,5 a 3,5 horas, mas irritaram a peleEstudo controlado em laboratório
Andiroba × DEET, Brasil[9]Óleo de andiroba puro e a 15%Efeito discreto: a primeira picada veio em cerca de 1 minuto; com DEET a 50%, não houve picada em 1 horaEstudo experimental pequeno
Receitas caseiras, Brasil[10]Cravo caseiro, andiroba, óleo de soja × icaridina 20%Os naturais protegeram por segundos a poucos minutos; a icaridina, por cerca de 90 minutosEstudo experimental pequeno

Repare num detalhe importante: quando os óleos protegeram por mais tempo, eles estavam puros ou muito concentrados[7][8]. Só que óleo essencial puro na pele não é seguro. Ele irrita, pode causar alergia e, no caso do cravo, a concentração segura para a pele é bem baixa[15]. Nas diluições que a pele tolera, a proteção cai bastante[7][8].

Infográfico: o que os estudos mostram sobre repelente natural com óleo essencial
Repelente natural com óleo essencial: o que os estudos mostram.

Citronela, eucalipto-limão, cravo e andiroba: um a um

Citronela. É o repelente natural mais conhecido no Brasil. Ela realmente afasta o mosquito, e em alguns testes em sala fechada protegeu por pelo menos 3 horas[3]. Mas, comparada ao DEET, dura bem menos[3], e alguns produtos à base de citronela e geraniol não tiveram efeito significativo contra o Aedes[6]. Para saber se a citronela vai ajudar, a formulação faz toda a diferença.

Eucalipto-limão e PMD. Aqui está a maior confusão. O PMD (para-mentano-3,8-diol) é uma substância obtida a partir das folhas do eucalipto-limão (Corymbia citriodora), concentrada e processada para virar repelente[5]. Ele tem eficácia parecida com a do DEET e é um dos ingredientes recomendados pelo CDC, a agência de saúde dos Estados Unidos[5]. Mas o óleo essencial de eucalipto-limão que se compra em frasco é outra coisa: é rico em citronelal e tem pouco PMD. Ele também repele, mas não se comporta como o PMD dos estudos. Conhecer o nome científico e o quimiotipo ajuda a não confundir. Veja o que é quimiotipo.

Cravo. Foi um dos óleos mais potentes nos testes, com até 2 a 4 horas de proteção quando usado puro[7]. O problema é que o eugenol, seu principal componente, irrita a pele e pode causar alergia, e os voluntários acharam o aroma do cravo concentrado desagradável[8][15]. A receita caseira de cravo em álcool, tão popular nas redes, protegeu por menos de 2 minutos num estudo brasileiro[10].

Andiroba. Muito usada na Amazônia, a andiroba é um óleo vegetal, e não um óleo essencial. Nos dois estudos brasileiros, o efeito repelente foi discreto e muito inferior ao do DEET e da icaridina[9][10]. Ela pode ser uma boa base para hidratar a pele, mas não deve ser a principal proteção contra o mosquito da dengue. Veja o que é óleo carreador.

Dengue e Aedes: quando não confiar só no óleo essencial

Aqui não há meio-termo. Dengue, zika e chikungunya são transmitidas pelo Aedes aegypti, e uma única picada pode bastar. O Ministério da Saúde orienta o uso de repelentes registrados na Anvisa, com DEET, icaridina ou IR3535, e informa que produtos vendidos como “naturais”, à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, assim como velas, odorizantes e incensos, não possuem comprovação de eficácia nem aprovação da Anvisa para esse fim[16].

Nessas situações, use repelente registrado, e não só o óleo essencial:

Os próprios autores de uma comparação clássica concluíram que repelentes sem DEET não davam proteção comparável e não deveriam ser a escolha em lugares onde doenças transmitidas por mosquitos são uma ameaça real[1]. E os pesquisadores brasileiros que testaram receitas caseiras alertaram que recomendar produtos menos eficazes pode deixar as pessoas desprotegidas diante da dengue[10].

Isso não significa abandonar a aromaterapia. Significa usar cada coisa no seu lugar: o repelente registrado para proteger contra a doença, e o óleo essencial para outras situações, como um fim de tarde no quintal, sem surto na região.

Para uso pessoal e familiar
Quer começar na aromaterapia do jeito certo?
No curso Aromaterapia Segura você aprende as vias de uso, a diluição por idade e os cuidados com os 20 óleos essenciais mais usados.

Conhecer o curso

Crianças e gestantes: cuidados extras

Repelentes: o que observar por idade e fase

SituaçãoO que fazer
Recém-nascidosNão usar óleo essencial. Proteger com mosquiteiro, tela e roupa; repelente só com orientação do pediatra
Menores de 2 anosO Ministério da Saúde orienta não usar DEET nessa idade[16]
Menores de 3 anosNão usar produtos com PMD ou óleo de eucalipto-limão (orientação do CDC)
De 2 a 12 anosDEET no máximo a 10%, até 3 aplicações por dia[16]
Crianças com óleo essencialSó bem diluído, longe do rosto e das mãos, e nunca como única proteção em área de dengue
GestantesRepelente registrado na Anvisa, seguindo o rótulo[16]; óleo essencial na pele só com orientação

Nas crianças, a pele é mais fina e absorve mais. Por isso, a diluição do óleo essencial precisa ser menor do que a do adulto, e é melhor aplicar o repelente na própria mão e depois espalhar na pele da criança, evitando olhos, boca e mãos, que vão à boca[16]. Veja óleo essencial para crianças e óleo essencial para bebê.

Na gestação, a escolha dos óleos é mais restrita e a pele costuma ficar mais sensível. O caminho mais seguro é o repelente registrado. Se a gestante quiser usar óleo essencial no ambiente ou na pele, que seja com a orientação de uma aromaterapeuta com formação clínica. Veja óleo essencial na gestação.

Receita caseira para uso pessoal e familiar

Para adultos, fora de áreas de surto e em situações de baixo risco, um repelente caseiro pode ser um aliado. Veja uma receita simples, com diluição segura para a pele:

  1. Base: 30 ml de óleo vegetal leve, como o de semente de uva, ou de gel neutro sem perfume.
  2. Óleos essenciais: 10 gotas de citronela (Cymbopogon winterianus) e 8 gotas de eucalipto-limão (Corymbia citriodora). Isso dá cerca de 3% de diluição, adequada para adultos.
  3. Misture bem num frasco de vidro escuro, com rótulo e data.
  4. Teste antes: passe um pouco na parte interna do antebraço e espere 24 horas. Se houver vermelhidão, coceira ou ardência, não use.
  5. Aplique nas áreas expostas e reaplique com frequência, porque a proteção é curta[2][3].

Para crianças a partir de 3 anos, use metade dos óleos essenciais (cerca de 1,5%), e só com orientação. Para entender as contas, veja como diluir óleo essencial.

Infográfico: receita de repelente caseiro com óleo essencial, passo a passo e com diluição segura
Repelente caseiro com óleo essencial, passo a passo.

E os limites desta receita? Ela não substitui o repelente registrado em época de dengue, em gestantes, em crianças pequenas e em viagens para áreas de risco[16]. Evite o cravo na receita de pele: o eugenol irrita e sensibiliza, e a concentração segura é muito baixa[15]. Não use óleo essencial puro na pele, não aplique em pele ferida e não passe antes de tomar sol se a receita tiver óleos cítricos prensados a frio, que podem manchar a pele. Veja óleos essenciais fototóxicos.

Nunca ingerir. A via oral é a via mais controversa e de maior risco, e só deve ser usada com o acompanhamento de uma aromaterapeuta com formação clínica, nunca por conta própria. Criança nunca ingere óleo essencial. Guarde o frasco longe do alcance das crianças. Veja óleo essencial pode ser ingerido?.

Difusor, vela de citronela e pulseiras funcionam?

Aqui os estudos são claros: a proteção no ambiente é baixa. Num teste em ambiente fechado, a vela de citronela a 5% reduziu as picadas em cerca de 29%, enquanto a de geraniol chegou a 85%[12]. Ao ar livre, a vela de citronela reduziu os mosquitos em 35% a 1 metro de distância, e o efeito caiu muito a 2 e 3 metros[13]. Em outro estudo, a vela de citronela não teve efeito sobre o Aedes aegypti[6].

Pulseiras com citronela e adesivos com eucalipto-limão também não protegeram de forma significativa[14], e as pulseiras repelentes não deram proteção nenhuma no estudo comparativo clássico[1]. Faz sentido: o óleo fica num ponto do corpo e não forma a “nuvem” ao redor da pele toda.

E o difusor elétrico com citronela? Não encontramos estudos que tenham testado o difusor doméstico contra o mosquito da dengue. Pelo que se viu com as velas, dá para esperar um efeito pequeno e só bem perto. Ele pode deixar o ambiente com um aroma agradável e, talvez, menos pernilongos, mas não protege contra a dengue. Lembre também que gatos são sensíveis a vários óleos essenciais no ar. Veja óleo essencial no difusor e óleo essencial faz mal para gatos e cachorros?.

Para a casa, as medidas que mais protegem são as de sempre: telas nas janelas, mosquiteiro, roupa de manga comprida nos horários de mais mosquito e, principalmente, eliminar a água parada, que é onde o Aedes se reproduz.

Quando procurar atendimento

Se aparecer febre alta, dor no corpo e atrás dos olhos, manchas na pele ou muito cansaço, especialmente em época de dengue, procure um serviço de saúde. Não se automedique: alguns remédios comuns para dor e febre podem ser perigosos na dengue. Dor abdominal forte, vômitos que não param, sangramento, tontura ao levantar ou sonolência intensa pedem atendimento de emergência.

Também procure ajuda se o repelente, natural ou industrializado, causar vermelhidão forte, bolhas, inchaço ou falta de ar. E crianças pequenas e gestantes com febre devem sempre ser avaliadas por um médico.

A aromaterapia é um tratamento complementar, não substitui o tratamento médico e não faz diagnóstico médico. Se a pessoa já usa medicação, ela só se reduz ou se suspende junto com o médico.

Mitos e verdades

Na aromaterapia clínica

Quando alguém me pergunta qual óleo essencial usar como repelente, a primeira coisa que eu quero saber é onde a pessoa mora, se há dengue na região, se tem gestante ou criança pequena em casa e se alguém tem alergia ou pele sensível. A resposta muda muito conforme o cenário.

Em época de surto, eu sou direta: o repelente registrado vem primeiro, sem discussão. Eu não acho que a aromaterapia perde espaço por isso. Ela ganha credibilidade quando sabe o que faz bem e o que não faz. Fora dos períodos de risco, o óleo essencial pode entrar no dia a dia da família, bem diluído, num fim de tarde no jardim ou numa caminhada, sabendo que vai precisar reaplicar.

Também uso a aromaterapia para o que vem depois da picada: a coceira, a irritação da pele e, nas crianças, o incômodo que tira o sono. E, no ambiente, prefiro combinar aroma com tela, mosquiteiro e cuidado com a água parada. Sempre como tratamento complementar, junto com o médico.

Se você quer um plano de uso de óleos essenciais seguro para a sua família, o atendimento é online, com Camila Castellan e/ou aromaterapeutas da equipe.

Camila Castellan

Curso Aromaterapia Segura · Uso pessoal e familiar
Use seus óleos com segurança, para você e sua família
  • ✓Como escolher um óleo de qualidade e ler o rótulo
  • ✓A via de uso e a diluição certa para cada idade
  • ✓Os cuidados com os 20 óleos essenciais mais usados
  • ✓Quando não usar e quando é hora de procurar o médico
Biomédica e neurocientista+10 anos de atendimento clínicoAulas online e curtasGarantia de 7 dias
Conhecer o curso Aromaterapia SeguraPrefere um plano feito para você? Agende uma consulta →
A consulta é online, com Camila Castellan e/ou aromaterapeutas da equipe. É profissional da área? Conheça a Mentoria ATP.

Perguntas frequentes

Repelente natural com óleo essencial funciona?

Funciona, mas por pouco tempo. Citronela e cravo afastam o mosquito, mas protegem bem menos tempo que DEET e icaridina[1][3].

Qual o melhor óleo essencial para repelir mosquito?

Nos estudos, cravo e citronela se destacaram, mas o cravo irrita a pele[7][8]. O PMD, derivado do eucalipto-limão, é o de origem vegetal com resultado mais próximo do DEET[5][6].

Citronela protege contra a dengue?

Não deve ser a única proteção. A citronela dura menos que o DEET[3], e o Ministério da Saúde orienta repelentes registrados na Anvisa contra o Aedes[16].

Por que o repelente natural dura pouco?

Os óleos essenciais são voláteis e evaporam rápido da pele. A vanilina, em laboratório, ajudou a prolongar o efeito[2][4].

Óleo de eucalipto-limão é igual ao PMD?

Não. O PMD é uma substância processada a partir das folhas[5]. O óleo essencial em frasco tem outra composição e protege menos.

Andiroba é repelente?

Tem efeito discreto. Nos estudos brasileiros, ficou muito abaixo do DEET e da icaridina[9][10].

Gestante pode usar repelente natural?

O mais seguro é o repelente registrado na Anvisa, que pode ser usado na gestação seguindo o rótulo[16]. Óleo essencial na pele, só com orientação.

Criança pode usar repelente com eucalipto-limão?

Produtos com PMD ou óleo de eucalipto-limão não devem ser usados em menores de 3 anos. Recém-nascido não usa óleo essencial.

Vela de citronela funciona?

Pouco. Em teste fechado, reduziu as picadas em cerca de 29%[12], e ao ar livre o efeito caiu com a distância[13].

Difusor com citronela espanta mosquito?

Não encontramos estudos com difusor doméstico contra a dengue. Pelos testes com velas, o efeito é pequeno e só bem perto[12][13].

Referências

  1. Fradin MS, Day JF. Comparative efficacy of insect repellents against mosquito bites. N Engl J Med. 2002;347(1):13-8. doi:10.1056/NEJMoa011699
  2. Maia MF, Moore SJ. Plant-based insect repellents: a review of their efficacy, development and testing. Malar J. 2011;10(Suppl 1):S11. doi:10.1186/1475-2875-10-S1-S11
  3. Kongkaew C, Sakunrag I, Chaiyakunapruk N, Tawatsin A. Effectiveness of citronella preparations in preventing mosquito bites: systematic review of controlled laboratory experimental studies. Trop Med Int Health. 2011;16(7):802-10. doi:10.1111/j.1365-3156.2011.02781.x
  4. Lupi E, Hatz C, Schlagenhauf P. The efficacy of repellents against Aedes, Anopheles, Culex and Ixodes spp. – a literature review. Travel Med Infect Dis. 2013;11(6):374-411. doi:10.1016/j.tmaid.2013.10.005
  5. Carroll SP, Loye J. PMD, a registered botanical mosquito repellent with deet-like efficacy. J Am Mosq Control Assoc. 2006;22(3):507-14. doi:10.2987/8756-971X(2006)22[507:PARBMR]2.0.CO;2
  6. Rodriguez SD, Drake LL, Price DP, Hammond JI, Hansen IA. The efficacy of some commercially available insect repellents for Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) and Aedes albopictus (Diptera: Culicidae). J Insect Sci. 2015;15(1):140. doi:10.1093/jisesa/iev125
  7. Trongtokit Y, Rongsriyam Y, Komalamisra N, Apiwathnasorn C. Comparative repellency of 38 essential oils against mosquito bites. Phytother Res. 2005;19(4):303-9. doi:10.1002/ptr.1637
  8. Barnard DR. Repellency of essential oils to mosquitoes (Diptera: Culicidae). J Med Entomol. 1999;36(5):625-9. doi:10.1093/jmedent/36.5.625
  9. Miot HA, Batistella RF, Batista KA, et al. Comparative study of the topical effectiveness of the Andiroba oil (Carapa guianensis) and DEET 50% as repellent for Aedes sp. Rev Inst Med Trop Sao Paulo. 2004;46(5):253-6. doi:10.1590/s0036-46652004000500004
  10. Miot HA, Lauterbach GP, Ribeiro FAH, et al. Comparison among homemade repellents made with cloves, picaridin, andiroba, and soybean oil against Aedes aegypti bites. Rev Soc Bras Med Trop. 2011;44(6):793-4. doi:10.1590/s0037-86822011000600030
  11. Tawatsin A, Wratten SD, Scott RR, Thavara U, Techadamrongsin Y. Repellency of volatile oils from plants against three mosquito vectors. J Vector Ecol. 2001;26(1):76-82.
  12. Müller GC, Junnila A, Kravchenko VD, et al. Indoor protection against mosquito and sand fly bites: a comparison between citronella, linalool, and geraniol candles. J Am Mosq Control Assoc. 2008;24(1):150-3. doi:10.2987/8756-971X(2008)24[150:IPAMAS]2.0.CO;2
  13. Müller GC, Junnila A, Kravchenko VD, et al. Ability of essential oil candles to repel biting insects in high and low biting pressure environments. J Am Mosq Control Assoc. 2008;24(1):154-60. doi:10.2987/8756-971X(2008)24[154:AOEOCT]2.0.CO;2
  14. Revay EE, Junnila A, Xue RD, et al. Evaluation of commercial products for personal protection against mosquitoes. Acta Trop. 2013;125(2):226-30. doi:10.1016/j.actatropica.2012.10.009
  15. Tisserand R, Young R. Essential Oil Safety: A Guide for Health Care Professionals. 2. ed. Edimburgo: Churchill Livingstone/Elsevier; 2014.
  16. Brasil. Ministério da Saúde. Repelentes. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: gov.br/saude: Repelentes. Acesso em: 4 out. 2026.