
O óleo essencial de ylang-ylang é extraído das flores da árvore Cananga odorata e é rico em linalol, germacreno D, acetato de benzila e benzoato de benzila[1]. Em estudos com voluntários, a inalação do aroma aumentou a sensação de calma[3] e reduziu a pressão arterial e a frequência cardíaca[4][5]. Ao mesmo tempo, ele diminuiu o alerta e deixou o raciocínio mais lento[3], o que conta na hora de escolher quando usar. O principal cuidado é com a pele: o ylang-ylang é um alérgeno de contato conhecido[12][13] e deve ser bem diluído, abaixo do limite indicado por Tisserand e Young[14]. É tratamento complementar e não substitui o tratamento médico.

Resumo rápido
Nesta ficha você vai entender de onde vem o ylang-ylang, o que são as frações extra, I, II, III e completo, o que os estudos mostram sobre calma, pressão arterial e autoestima, como usar com segurança, quem precisa de cuidado e como ele se compara a outros óleos calmantes.
De onde vem o ylang-ylang e qual a sua composição
O ylang-ylang é uma árvore tropical da família Annonaceae, a Cananga odorata, nativa do Sudeste Asiático e cultivada em ilhas do Oceano Índico, como Comores, Madagascar e Mayotte. O óleo essencial é obtido por destilação a vapor das flores frescas e maduras, de cor amarelo-esverdeada. Ele é uma matéria-prima importante da perfumaria e também é usado na indústria de cosméticos e de alimentos[1].
Na aromaterapia, o óleo ganhou fama para tensão, estresse, pressão alta e ansiedade[1]. Parte dessa fama tem respaldo em estudos com pessoas; parte ainda depende de estudos em animais.
Os principais componentes
O óleo de ylang-ylang é uma mistura complexa. Os componentes que mais aparecem nas análises são[1]:
- linalol, um álcool de aroma floral, também presente na lavanda;
- germacreno D, beta-cariofileno e farneseno, sesquiterpenos que dão corpo e fundo ao aroma;
- acetato de benzila, benzoato de benzila e salicilato de benzila, ésteres responsáveis pela nota doce e floral;
- p-cresil metil éter e acetato de geranila, que contribuem para a nota intensa e exótica.
A proporção entre eles muda conforme a origem das flores e, principalmente, conforme o tempo de destilação[2]. É aqui que entram as frações.
Extra, I, II, III ou completo: o que significam as frações
O ylang-ylang é vendido em “graus” de destilação: o óleo é recolhido em etapas. As primeiras horas dão o óleo mais leve e mais perfumado; as etapas seguintes dão óleos cada vez mais pesados, com mais sesquiterpenos. Um estudo que analisou amostras de várias origens confirmou que a composição muda de forma clara com o aumento do grau, e usou a norma internacional ISO 3063 como referência de qualidade[2].
| Fração | Quando é recolhida | Perfil do aroma |
|---|---|---|
| Extra | Primeiras horas da destilação | Mais floral e mais rico em ésteres e linalol; o preferido da perfumaria |
| I | Logo depois do extra | Floral, um pouco menos intenso |
| II | Etapa intermediária | Mais suave e mais herbáceo |
| III | Fim da destilação | Mais pesado, rico em sesquiterpenos, menos floral |
| Completo | Destilação contínua, sem cortes | Reúne todas as etapas; aroma mais redondo |
Na aromaterapia, o extra e o completo são os mais usados, porque mantêm o perfil aromático inteiro. O ylang-ylang III costuma ser mais barato e aparece em produtos de perfumaria. Ao comprar, confira no rótulo o nome científico, a fração e, de preferência, o laudo de composição. Veja como saber se o óleo essencial é puro.
O que os estudos mostram sobre o ylang-ylang
O ylang-ylang tem um conjunto pequeno, mas interessante, de estudos em pessoas. A maioria é com voluntários saudáveis ou com grupos pequenos, e parte usou o óleo misturado com outros. Por isso, a tabela traz também o nível de evidência:
| Estudo | Quem participou | Resultado | Nível de evidência |
|---|---|---|---|
| Moss e colegas, 2008[3] | 144 voluntários saudáveis | Mais calma e menos alerta; memória e velocidade de raciocínio mais lentas | Moderado: ensaio randomizado |
| Inalação, 2004[4] | 24 voluntários saudáveis | Queda da pressão arterial e do pulso, com mais atenção percebida | Baixo: estudo pequeno |
| Aplicação na pele, 2006[5] | 40 voluntários saudáveis | Queda da pressão, pele mais quente, pessoas mais calmas e relaxadas | Baixo: estudo pequeno |
| Adesivo com lavanda e ylang, 2024[6] | 34 pessoas com pressão alta | Pressão sistólica e pulso mais baixos do que com placebo em 14 dias | Moderado: randomizado, mistura de óleos |
| Mistura com limão e lavanda, 2010[7] | 42 pessoas com hipertensão | Pressão sistólica e atividade simpática mais baixas | Baixo: mistura de óleos |
| Antes de procedimento, 2023[8] | 44 pacientes internados | Menos marcador de estresse na saliva e mais queda da ansiedade | Moderado: randomizado com placebo |
| Autoestima, 2011 e 2014[9][10] | 43 e 34 profissionais de saúde | Sem diferença em relação ao placebo | Baixo: estudos-piloto |
| Camundongos, 2016[11] | Animais de laboratório | Menos comportamento ansioso, com mudança em serotonina e dopamina | Pré-clínico |
Calma e redução do alerta
O estudo mais citado é o de Moss e colegas. Os 144 voluntários foram divididos em três grupos: aroma de ylang-ylang, aroma de hortelã-pimenta ou nenhum aroma. O ylang-ylang aumentou a calma, mas diminuiu o alerta, piorou a memória e deixou o processamento mais lento. A hortelã fez o contrário[3]. Ou seja: o ylang-ylang é um aroma para desacelerar, e não para estudar, dirigir ou fazer uma prova.
Pressão arterial e frequência cardíaca
Os estudos de Hongratanaworakit e Buchbauer mediram sinais do corpo. Na inalação, o ylang-ylang reduziu a pressão arterial e o pulso em comparação com um placebo sem aroma, mas as pessoas se sentiram mais atentas, e os autores falaram em efeito de “harmonização”, e não de sedação[4]. Na aplicação na pele, sem inalar o aroma, a pressão também caiu e os voluntários se sentiram mais calmos e relaxados[5].
Em pessoas com pressão alta, um adesivo com lavanda e ylang-ylang preso à roupa por 14 dias baixou a pressão sistólica e o pulso mais do que o placebo, sem efeitos adversos importantes[6]. Uma mistura de limão, lavanda e ylang-ylang inalada por três semanas teve resultado parecido[7]. São resultados promissores, mas com misturas e grupos pequenos. A pressão alta tem tratamento médico, e a medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.

Ansiedade antes de procedimentos
Num ensaio, pacientes que fariam pela primeira vez um procedimento de neurorradiologia dormiram com papel perfumado com ylang-ylang preso à roupa. Na manhã seguinte, tinham menos alfa-amilase na saliva, um marcador de estresse, e uma queda maior na ansiedade do que o grupo placebo. Pressão, pulso e cortisol não mudaram de forma diferente entre os grupos[8].
E a autoestima?
Muitos textos dizem que o ylang-ylang “eleva a autoestima”. Dois estudos brasileiros, da Escola de Enfermagem da USP, testaram isso. No primeiro, nem rosa nem ylang-ylang mudaram a percepção de autoestima[9]. No segundo, a autoestima melhorou nos três grupos, inclusive no placebo, o que não permite atribuir a melhora ao óleo[10]. Ou seja: hoje, a autoestima é mais uma promessa do que um resultado.
Estudos em animais
Em camundongos, a inalação do ylang-ylang reduziu comportamentos de ansiedade e alterou serotonina e dopamina em áreas do cérebro; três componentes, benzoato de benzila, linalol e álcool benzílico, tiveram efeito isolado[11]. Esses dados sugerem um mecanismo e precisam ser aprofundados em estudos com pessoas. Para entender como o aroma chega ao cérebro, veja como a aromaterapia age no cérebro.
Para que o ylang-ylang é mais usado
Com base nos estudos e na prática clínica, o ylang-ylang costuma entrar nestas situações:
- Tensão e estresse do fim do dia: é um aroma de desacelerar, que reduz o alerta[3]. Veja óleo essencial para estresse.
- Irritabilidade e “nervos à flor da pele”: pela calma relatada pelos voluntários[3][5].
- Apoio em quem tem pressão alta, junto com o tratamento médico: pelos estudos de pressão[4][5][6], sempre com o médico acompanhando.
- Ansiedade antes de procedimentos e situações tensas: pelo resultado em pacientes internados[8]. Veja óleo essencial para ansiedade.
- Rotina da noite e sono: como parte de um ritual de relaxamento, em quantidade baixa. Veja aromaterapia para dormir.
Como usar o óleo essencial de ylang-ylang
O ylang-ylang tem aroma muito forte. Por isso, a regra de ouro é: menos é mais. Para uso pessoal e familiar, em adultos sem contraindicações:
| Via | Como fazer | Atenção |
|---|---|---|
| Inalação direta | 1 gota no algodão, lenço ou inalador pessoal; inalar devagar por alguns minutos | A alguns centímetros do nariz; afastar se incomodar |
| Difusor | 1 a 2 gotas, de preferência junto com um óleo cítrico, por 30 a 60 minutos | Ambiente ventilado; desligar se der dor de cabeça |
| Pele | Sempre diluído em óleo carreador, abaixo do limite de Tisserand e Young[14] | Teste numa área pequena antes; nunca puro |
| Via oral | Não usar por conta própria | Veja o aviso abaixo |
Na pele, Tisserand e Young indicam um limite máximo baixo para o ylang-ylang, de 0,8%, por causa do risco de sensibilização[14]. Na prática, isso significa algo como 1 gota em 10 ml de óleo carreador, o que fica abaixo desse limite. Veja como diluir óleo essencial.
Sobre a via oral: a via oral é a via mais controversa e de maior risco, e só deve ser usada com o acompanhamento de uma aromaterapeuta com formação clínica, nunca por conta própria. O ylang-ylang é usado como aromatizante de alimentos em quantidades mínimas, mas isso é muito diferente de tomar gotas de óleo essencial[1]. Veja óleo essencial pode ser ingerido?.

Segurança: pele, dor de cabeça, gestação, crianças e pets
Pele: um alérgeno conhecido
Este é o ponto mais importante da ficha. O ylang-ylang é um dos óleos essenciais que mais causam alergia de contato. Numa grande rede de clínicas dermatológicas da Europa Central, 10.930 pacientes com dermatite fizeram teste de contato com 12 óleos essenciais, e o ylang-ylang foi o que mais deu reação positiva: 3,9%. Massoterapeutas e esteticistas, que manuseiam óleos todos os dias, tinham risco maior[12]. Uma revisão sobre o tema aponta que a alergia ao ylang-ylang está ligada a componentes conhecidos como alérgenos de fragrância, como o isoeugenol, o geraniol e o salicilato de benzila, que também são limitados pela indústria de perfumes[13][14].
Na prática:
- nunca use puro na pele;
- respeite a diluição baixa[14] e faça um teste numa área pequena;
- quem já tem alergia a perfumes ou a outros óleos tem mais chance de reagir;
- óleo velho e oxidado aumenta o risco de alergia: guarde bem fechado, longe da luz e do calor.
Se aparecer vermelhidão, coceira ou bolhas, lave com sabão neutro, suspenda o uso e procure o médico se não melhorar. Veja quem não pode fazer aromaterapia.
Dor de cabeça e enjoo com excesso
Na prática clínica, o relato mais comum com o ylang-ylang é de dor de cabeça ou enjoo quando o aroma está forte demais, num ambiente fechado ou por muito tempo. Não encontramos estudos que medissem isso diretamente, mas faz sentido: é um aroma muito intenso. A solução é usar menos e por menos tempo. Quem tem enxaqueca deve testar com muito pouco. Veja óleo essencial para dor de cabeça.
Pressão baixa e medicamentos
Como o ylang-ylang reduziu a pressão e o pulso em estudos[4][5][6], quem tem pressão baixa ou usa remédio para pressão deve usar com orientação e observar tontura ou fraqueza.
Gestação
Tisserand e Young não colocam o ylang-ylang entre os óleos proibidos na gestação[14]. Num ensaio com 45 mulheres em trabalho de parto, a inalação de ylang-ylang reduziu a percepção da dor, sem mudar a ansiedade[15]. Por outro lado, um estudo em células da placenta mostrou que o óleo alterou a liberação de hormônios[16]; é um dado de laboratório, que sugere cautela e precisa ser aprofundado. Por isso, na gestação, use só por inalação leve e com orientação. Veja óleo essencial na gestação.
Crianças, bebês e pets
Recém-nascido não usa óleo essencial. Em crianças, só difusão leve ou diluição ainda menor do que a do adulto, com orientação, e criança nunca ingere óleo. Veja óleo essencial para crianças. Com gatos e cachorros em casa, use o difusor por pouco tempo, com porta aberta para o animal sair. Veja óleo essencial faz mal para gatos e cachorros?.
O ylang-ylang não é fototóxico, então não mancha a pele com o sol como alguns cítricos[14].
Ylang-ylang, lavanda ou laranja-doce?
O ylang-ylang costuma ser comparado com outros óleos de relaxamento. Cada um tem um perfil:
| Óleo | Perfil | Quando costuma ser escolhido |
|---|---|---|
| Ylang-ylang | Floral intenso; mais calma e menos alerta[3] | Tensão, irritabilidade, fim do dia; atenção à pele[12] |
| Lavanda | Floral herbáceo, mais suave | Ansiedade e sono; é o óleo calmante mais estudado |
| Laranja-doce | Cítrico, leve e alegre | Ansiedade com desânimo; boa dupla com o ylang-ylang |
| Hortelã-pimenta | Fresco; mais alerta e memória[3] | Foco e cansaço; o oposto do ylang-ylang |
Na prática, o ylang-ylang raramente é usado sozinho. Uma gota dele junto com lavanda ou laranja-doce dá uma sinergia mais equilibrada, e foi assim, em misturas, que ele apareceu em parte dos estudos de pressão[6][7]. Veja as fichas da lavanda e da hortelã-pimenta.
Mitos e verdades
- “Ylang-ylang acalma.” Verdade. Voluntários relataram mais calma[3][5].
- “Ylang-ylang ajuda a estudar.” Mito. Ele diminuiu o alerta e deixou o raciocínio mais lento[3].
- “Ylang-ylang baixa a pressão.” Meia verdade. Houve queda da pressão em estudos pequenos[4][5][6], mas ele não substitui o remédio e não cura a hipertensão.
- “Ylang-ylang aumenta a autoestima.” Mito, por enquanto. Os estudos não mostraram diferença em relação ao placebo[9][10].
- “Por ser natural, pode usar puro na pele.” Mito. É um dos óleos que mais causam alergia de contato[12][13].
- “Ylang-ylang é afrodisíaco.” Mito, por enquanto. É uma fama antiga, mas não encontramos ensaios clínicos que tenham testado isso.
- “Todo ylang-ylang é igual.” Mito. A composição muda com a fração e com a origem[2].
Na aromaterapia clínica
O ylang-ylang é um óleo que eu uso com carinho e com cuidado. Quando a pessoa chega muito tensa, irritada, com a sensação de estar “ligada no 220” no fim do dia, ele costuma ser uma boa escolha, em pouca quantidade e quase sempre numa sinergia. Mas antes eu pergunto sobre alergia a perfumes, pele sensível, pressão baixa, enxaqueca, gestação e os medicamentos em uso.
Também olho para a rotina. Se a pessoa precisa de foco e dirige muito, o ylang-ylang fica para a noite. Se ela já tem dermatite ou trabalha com massagem, prefiro a inalação e evito a pele. No retorno, pergunto como se sentiu, se o aroma agradou, se deu dor de cabeça e se a tensão diminuiu. Se o aroma incomodou, trocamos.
Sempre como tratamento complementar: a aromaterapia não substitui o tratamento médico e não faz diagnóstico médico. Se houver pressão alta, ansiedade intensa ou sintomas de depressão, o acompanhamento médico e psicológico continua. Em caso de ideia de morte, ligue para o CVV no 188 ou procure atendimento de emergência.
Se você quer um plano com o ylang-ylang e outros óleos para o seu caso, o atendimento é online, com Camila Castellan e/ou aromaterapeutas da equipe.

- ✓Como escolher um óleo de qualidade e ler o rótulo
- ✓A via de uso e a diluição certa para cada idade
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Perguntas frequentes
Para que serve o óleo essencial de ylang-ylang?
É mais usado para tensão, estresse e irritabilidade. Em estudos, aumentou a calma[3] e reduziu a pressão e o pulso de voluntários[4][5]. É tratamento complementar e não substitui o tratamento médico.
Qual a diferença entre ylang-ylang extra, I, II, III e completo?
São frações da destilação. O extra sai primeiro e é o mais floral; o III é o mais pesado; o completo reúne todas as etapas. A composição muda com o grau[2].
Qual fração de ylang-ylang usar na aromaterapia?
O extra e o completo são os mais usados, por manterem o perfil aromático inteiro. Confira no rótulo o nome científico, a fração e o laudo.
Ylang-ylang baixa a pressão?
Em estudos pequenos, houve queda da pressão e do pulso[4][5][6]. Mas ele não substitui o remédio, e a medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.
Ylang-ylang pode ser usado na pele?
Só bem diluído, abaixo do limite de 0,8% indicado por Tisserand e Young[14], e com teste numa área pequena. É um dos óleos que mais causam alergia de contato[12].
Ylang-ylang dá dor de cabeça?
Em excesso, o aroma forte pode dar dor de cabeça ou enjoo. Não encontramos estudos que medissem isso, mas o relato é comum. Use pouco e por pouco tempo.
Ylang-ylang ajuda na ansiedade?
Pode ajudar como complemento. Em pacientes antes de um procedimento, reduziu um marcador de estresse e a ansiedade[8]. Em camundongos, reduziu comportamentos de ansiedade[11].
Ylang-ylang aumenta a autoestima?
Os dois estudos brasileiros sobre isso não mostraram diferença em relação ao placebo[9][10]. Hoje, é mais uma promessa do que um resultado.
Grávida pode usar ylang-ylang?
Tisserand e Young não o colocam entre os óleos proibidos na gestação[14], e ele foi testado no trabalho de parto[15]. Mesmo assim, use só por inalação leve e com orientação.
Ylang-ylang é bom para dormir?
Ele reduz o alerta[3] e pode entrar num ritual de relaxamento à noite, em pouca quantidade e de preferência em sinergia com lavanda ou laranja-doce.
Referências
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