
O mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil está em expansão, mas não é um mercado de “vender óleo”: é um mercado de cuidado. A aromaterapeuta pode atuar em consultório e no atendimento online, em hospitais e cuidados paliativos, no SUS por meio das Práticas Integrativas e Complementares (PICS), em parceria com outros profissionais de saúde, no bem-estar e no ensino. Os dados oficiais mostram crescimento: as sessões de aromaterapia registradas no SUS passaram de 5.253 em 2019 para 104.395 em 2023[3], e revisões científicas apontam a aromaterapia como tratamento complementar em hospitais e cuidados paliativos[9][10]. O que o mercado mais valoriza é formação clínica, segurança e ética, porque é isso que permite trabalhar ao lado da equipe de saúde.

Resumo rápido
Este artigo é para aromaterapeutas, estudantes e profissionais de saúde que pensam em trabalhar com aromaterapia. Você vai ver onde estão as oportunidades, o que dizem os dados oficiais e as pesquisas, o que o mercado valoriza e como escolher o seu caminho com segurança. Não vamos falar de valores aqui: para isso, veja quanto ganha uma aromaterapeuta.
Como está o mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil
Durante muito tempo, aromaterapia foi vista como algo ligado só a perfumaria, spa ou venda de óleos. Esse cenário mudou. Em 2006, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC)[1]. Em 2018, a Portaria nº 702 incluiu a aromaterapia na política, junto com outras nove práticas[2]. A partir daí, a aromaterapia passou a ter código próprio de procedimento no SUS, a “sessão de aromaterapia”, o que permite medir quanto ela é usada[3].
E os números mostram uma curva clara de crescimento. Segundo o relatório nacional de monitoramento das PICS, publicado pelo Ministério da Saúde em 2024, as sessões de aromaterapia registradas no SUS, somando atenção primária e atenção especializada, foram 5.253 em 2019 e 104.395 em 2023[3]. Só na atenção primária, o número de municípios com registros passou de 192 em 2022 para 290 em 2023[3].
O próprio relatório faz uma ressalva honesta: mesmo com o avanço, a aromaterapia ainda representa uma parte pequena dos registros de PICS do país, e “a prática pode ser mais utilizada nos serviços de saúde”[3]. Ou seja, é um mercado em formação. Há espaço, mas ele precisa ser ocupado com qualidade.
Fora do SUS, o crescimento vem de outra força: pessoas buscando cuidado complementar para ansiedade, sono, dor e estresse, e profissionais de saúde querendo integrar a aromaterapia ao que já fazem. Para entender o que a profissão é hoje, veja o que faz uma aromaterapeuta.
Onde a aromaterapeuta pode atuar
| Área | Como é o trabalho | O que exige |
|---|---|---|
| Consultório | Atendimento individual, com anamnese, plano e retornos | Raciocínio clínico, ficha de anamnese, termo de consentimento |
| Atendimento online | Consulta por vídeo, com o plano usado em casa (uso pessoal e familiar) | Orientação clara de diluição e segurança, acompanhamento próximo |
| Hospitais e cuidados paliativos | Apoio a ansiedade, náusea, dor e sono, ao lado da equipe[9][10][11] | Protocolos, registro, trabalho em equipe e regras da instituição |
| SUS (PICS) | Sessões na atenção primária e em serviços especializados[3] | Em geral, vínculo com o serviço; profissionais de saúde seguem o próprio conselho[7][8] |
| Parcerias | Trabalho junto com psicólogas, nutricionistas, fisioterapeutas e médicos | Comunicação técnica, limites claros, encaminhamento |
| Bem-estar | Ações de autocuidado, grupos e rotinas de relaxamento | Segurança com quem usa medicação, ética na comunicação |
| Ensino | Aulas, grupos de estudo e formação de novas profissionais | Base científica sólida e experiência clínica |
Não existe um único caminho. Muitas aromaterapeutas combinam duas ou três dessas frentes, por exemplo, consultório online com parcerias e grupos de bem-estar. O ponto comum é que todas pedem a mesma base: conhecer os óleos, a fisiologia, as interações com medicamentos e os limites da prática.

Consultório e atendimento online
O consultório é o caminho mais comum para quem começa. Ele pode ser presencial, em sala própria ou dividida com outros profissionais, ou totalmente online. No atendimento online, a aromaterapeuta faz a anamnese por vídeo, monta o plano e orienta o uso dos óleos em casa, para uso pessoal e familiar, com retornos para ajustar.
O online ampliou muito o alcance da profissão: uma aromaterapeuta pode atender pessoas de qualquer cidade. Mas ele aumenta a responsabilidade. Como a paciente vai preparar e usar os óleos sozinha, as orientações de diluição, as vias de uso e os sinais de alerta precisam ser muito claros. A via oral, por exemplo, é a via mais controversa e de maior risco, e só deve ser usada com o acompanhamento de uma aromaterapeuta com formação clínica, nunca por conta própria. Criança nunca ingere óleo, e recém-nascido não usa óleo.
No consultório, presencial ou online, três documentos fazem diferença: a ficha de anamnese, o termo de consentimento e um registro organizado dos retornos. Eles protegem a paciente e a profissional, e mostram para o mercado que aquele atendimento é sério.
Hospitais e cuidados paliativos
O ambiente hospitalar é onde a aromaterapia tem algumas das evidências mais estudadas. Uma meta-análise com 750 pacientes encontrou redução da ansiedade antes de cirurgias com o uso de aromaterapia, embora os autores destaquem limitações metodológicas nos estudos[12]. Na náusea após cirurgias, uma revisão Cochrane concluiu que as evidências ainda são de baixa qualidade, mas sugerem que pacientes que usaram aromaterapia podem ter precisado de menos remédio contra náusea[11].
Nos cuidados paliativos, uma revisão sistemática de 2024 encontrou resultados promissores da aromaterapia, principalmente por massagem, na dor, na ansiedade, na náusea e no sono, com a ressalva de que os estudos são muito diferentes entre si e precisam de padronização[9]. Em pacientes com câncer, uma meta-análise com 26 estudos e 2.912 participantes mostrou melhora do sono, da fadiga, da ansiedade e de sintomas depressivos[10]. E uma meta-análise sobre dor indicou que a aromaterapia pode ajudar quando combinada aos tratamentos convencionais[13].
Repare na palavra que se repete: combinada, complementar. No hospital, a aromaterapia nunca substitui o tratamento médico. Ela entra como cuidado adicional, com protocolo, registro e comunicação com a equipe. É um ambiente que exige muito da profissional: conhecer interações com medicamentos, saber quando um óleo não deve ser usado e respeitar as regras de cada instituição. Veja mais em aromaterapia em hospitais.
Na prática brasileira, quem mais atua com aromaterapia nos serviços de saúde é a enfermagem, que tem norma própria do Cofen para as PICS[7]. Para a aromaterapeuta que não é profissional de saúde, o caminho costuma passar por projetos, parcerias com equipes e serviços que aceitam terapeutas complementares, sempre dentro das regras de cada instituição.
SUS e Práticas Integrativas (PICS)
No SUS, a aromaterapia está presente principalmente na atenção primária, nas Unidades Básicas de Saúde e nas equipes de Saúde da Família. Em 2023, 698 equipes, 760 estabelecimentos de saúde e 290 municípios registraram sessões de aromaterapia na atenção primária[3]. Na atenção especializada, os registros cresceram 195% entre 2022 e 2023[3].
Quem faz esses registros? Na atenção primária, a enfermagem lidera com folga: enfermeiras e enfermeiros somaram 44.728 registros em 2022 e 2023[3]. Também aparecem médicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e farmacêuticos. E um dado chama atenção: os registros feitos por terapeutas holísticos, ocupação reconhecida na Classificação Brasileira de Ocupações[16], passaram de 356 em 2022 para 4.003 em 2023[3].
Os estudos brasileiros ajudam a entender o cenário. Uma pesquisa nacional mostrou que só cerca de um quarto dos municípios participantes tinha oferta de PICS na Estratégia Saúde da Família, e sugere que os próprios profissionais de saúde são a principal força de expansão dessas práticas, mais do que os gestores[4]. Uma revisão concluiu que as PICS ainda são oferecidas de forma tímida no SUS, com poucos dados, apesar dos impactos positivos onde foram implantadas[5]. E outra análise mostrou que essas práticas entram no SUS de formas diferentes, desde profissionais da atenção primária que as incorporam ao próprio trabalho até serviços especializados[6].
Na prática, isso significa que o SUS é um espaço real, mas que costuma ser ocupado por quem já faz parte do serviço. Para entender o caminho em detalhes, veja aromaterapia no SUS.
Parcerias com outros profissionais de saúde
Uma das frentes mais sólidas para a aromaterapeuta é a parceria com outros profissionais. Psicólogas que atendem pacientes com ansiedade, nutricionistas que acompanham sono e estresse, fisioterapeutas que tratam dor, médicos que buscam um cuidado complementar para seus pacientes: todos podem encaminhar e receber encaminhamentos.
Para a parceria funcionar, a aromaterapeuta precisa falar a língua da saúde. Isso inclui saber explicar o que a aromaterapia pode e não pode fazer, citar evidências com honestidade, respeitar o papel de cada profissional e nunca orientar mudança de medicação. A medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.
Profissionais de saúde que querem incluir a aromaterapia na própria prática também precisam conhecer as normas do seu conselho. A enfermagem tem a Resolução Cofen nº 739/2024[7] e a farmácia tem a Resolução CFF nº 3/2025[8], entre outras. Veja quem pode trabalhar com aromaterapia para o panorama completo.
Bem-estar e ensino
O bem-estar é uma porta de entrada importante: grupos de autocuidado, rotinas de relaxamento, ações em espaços de yoga, academias e clínicas. Aqui, o cuidado é não confundir bem-estar com ausência de risco. Mesmo em ações simples, há pessoas que usam medicamentos, gestantes, crianças, idosos e pessoas com asma. Uma revisão de relatos de casos encontrou efeitos adversos da aromaterapia, a maioria leves, mas alguns graves, o que reforça a necessidade de formação[14].
O ensino é outro caminho. Aromaterapeutas com experiência clínica dão aulas, conduzem grupos de estudo e ajudam a formar novas profissionais. Ensinar bem exige base científica sólida e prática: não dá para ensinar segurança sem conhecer a fundo a química dos óleos e as interações, como as descritas nas referências de segurança da área[15].
O que o mercado valoriza
| O que conta | Por que importa |
|---|---|
| Formação clínica | Permite avaliar a pessoa, montar o plano e saber quando não usar óleo |
| Segurança | Interações com medicamentos, diluição, populações de risco e efeitos adversos[14][15] |
| Ética | Não prometer cura, não fazer diagnóstico médico, encaminhar quando necessário |
| Base científica | Saber o que os estudos mostram e o que ainda precisa ser aprofundado[9][11] |
| Documentação | Anamnese, termo de consentimento e registro dos retornos |
| Trabalho em equipe | Comunicação com médicos, psicólogas e outros profissionais |
Repare que nenhum desses pontos fala de quantos óleos a profissional tem ou de quantas “receitas” conhece. O mercado de saúde valoriza quem sabe pensar o caso. Um hospital, uma psicóloga parceira ou uma paciente com ansiedade querem a mesma coisa: alguém que entenda o que está fazendo e saiba os limites. Veja raciocínio clínico em aromaterapia e aromaterapia clínica ou holística.

Tendências para os próximos anos
- Mais presença no SUS. Os registros de aromaterapia cresceram ano a ano desde que o código foi criado, e o próprio Ministério da Saúde aponta espaço para ampliar o uso[3].
- Mais pesquisa em hospitais e cuidados paliativos. As revisões pedem estudos maiores e padronizados[9][11], o que tende a fortalecer protocolos e a valorizar quem sabe trabalhar com eles.
- Mais regras dos conselhos. Enfermagem e farmácia já publicaram normas recentes sobre aromaterapia[7][8].
- Atendimento online consolidado. O cuidado à distância ampliou o alcance da profissão e aumentou a exigência de orientação clara e segura.
- Mais exigência de formação. Com mais visibilidade, cresce também a cobrança por profissionais preparadas para atender pessoas com doenças e medicação.
Uma observação importante: a aromaterapia não é profissão regulamentada no Brasil, e isso tem consequências práticas na forma de trabalhar e de abrir empresa. Veja aromaterapia é profissão regulamentada? e aromaterapeuta pode ser MEI?.
Como escolher o seu caminho
- Comece pela formação. Escolha uma formação com base clínica, segurança e discussão de casos. Veja formação em aromaterapia clínica.
- Defina o público. Saúde mental, sono, dor, idosos, gestantes: cada público pede conhecimentos e cuidados diferentes.
- Escolha o formato. Consultório presencial, online ou os dois.
- Organize a documentação. Anamnese, termo de consentimento e registro de retornos desde o primeiro atendimento.
- Construa parcerias. Apresente seu trabalho a profissionais de saúde com evidências e limites claros.
- Divulgue com ética. Sem promessa de cura e sem depoimentos inventados. Veja como divulgar atendimentos de aromaterapia.
Mitos e verdades
- “Aromaterapia é só vender óleo.” Mito. O trabalho clínico é avaliação, plano e acompanhamento; o óleo é a ferramenta.
- “A aromaterapia já está no SUS.” Verdade. Faz parte da PNPIC desde 2018[2] e tem registros crescentes[3].
- “Hospitais já usam aromaterapia.” Verdade, como tratamento complementar, com evidências ainda em construção[9][11][12].
- “Por ser natural, qualquer pessoa pode aplicar sem formação.” Mito. Há efeitos adversos descritos, alguns graves[14].
- “A aromaterapeuta pode tratar no lugar do médico.” Mito. A aromaterapia não substitui o tratamento médico e não faz diagnóstico médico.
- “O mercado é pequeno.” Depende. Ele ainda é pequeno perto do que pode ser, e por isso há espaço para quem chega preparada[3].
Como a Mentoria ATP trabalha esse tema
Na Mentoria ATP, o mercado de trabalho é tratado a partir da prática clínica. As alunas aprendem a montar o raciocínio do caso, a avaliar interações com medicamentos, a documentar o atendimento e a se comunicar com outros profissionais de saúde. Os casos são discutidos em grupo, sempre sem nome e sem rosto, e há conteúdos sobre atendimento online, parcerias e divulgação ética.
Eu trago para a Mentoria mais de 10 anos de atendimento clínico, e já são mais de 300 alunas formadas. O objetivo é que cada uma escolha o próprio caminho, seja consultório, online, parcerias ou serviços de saúde, com segurança para atender como tratamento complementar, ao lado da equipe de saúde.

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- Como ser aromaterapeuta: guia completo para começar com segurança
- Quanto ganha uma aromaterapeuta no Brasil (e quanto cobrar por consulta)
- Aromaterapia no SUS: o que são as PICS e como funciona
- Quem pode trabalhar com aromaterapia? O que diz cada conselho profissional
- Formação em aromaterapia clínica: o que é e o que você precisa estudar
Perguntas frequentes
Como está o mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil?
Em expansão. As sessões de aromaterapia registradas no SUS passaram de 5.253 em 2019 para 104.395 em 2023[3], e há demanda em consultório, online e parcerias.
Onde a aromaterapeuta pode trabalhar?
Consultório, atendimento online, hospitais e cuidados paliativos, SUS, parcerias com profissionais de saúde, bem-estar e ensino.
A aromaterapia está no SUS?
Sim. Foi incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares pela Portaria nº 702/2018[2].
Quem faz aromaterapia no SUS?
Principalmente a enfermagem, mas também médicos, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos e terapeutas holísticos registram sessões[3].
Hospitais usam aromaterapia?
Sim, como tratamento complementar. Há revisões sobre ansiedade antes de cirurgias, náusea e cuidados paliativos[9][11][12].
Dá para trabalhar com aromaterapia online?
Sim. O atendimento online é comum, mas exige orientação muito clara de diluição, vias de uso e sinais de alerta.
O que o mercado mais valoriza na aromaterapeuta?
Formação clínica, segurança com medicamentos, ética, base científica e capacidade de trabalhar em equipe.
Preciso ser da área da saúde para trabalhar com aromaterapia?
Não, a profissão não é regulamentada. Mas profissionais de saúde seguem as normas do próprio conselho[7][8], e serviços de saúde costumam exigir vínculo e formação.
Aromaterapia substitui o tratamento médico?
Não. É tratamento complementar, não faz diagnóstico médico, e a medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.
Quanto ganha uma aromaterapeuta?
Depende do formato de trabalho. Falamos disso em detalhe no artigo sobre quanto ganha uma aromaterapeuta.
Referências
- Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 971, de 3 de maio de 2006. Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde.
- Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 702, de 21 de março de 2018. Inclui novas práticas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), entre elas a aromaterapia.
- Brasil. Ministério da Saúde. Relatório de Monitoramento Nacional das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde nos Sistemas de Informação em Saúde do SUS (2017-2023). Brasília: Ministério da Saúde; 2024. gov.br/saude
- Barbosa FES, Guimarães MBL, Santos CRD, Bezerra AFB, Tesser CD, Sousa IMC. Oferta de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na Estratégia Saúde da Família no Brasil. Cad Saude Publica. 2020;36(1):e00208818. doi:10.1590/0102-311X00208818
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- Sousa IMC, Tesser CD. Medicina Tradicional e Complementar no Brasil: inserção no Sistema Único de Saúde e integração com a atenção primária. Cad Saude Publica. 2017;33(1):e00150215. doi:10.1590/0102-311X00150215
- Conselho Federal de Enfermagem. Resolução Cofen nº 739, de 5 de fevereiro de 2024. Normatiza a atuação da Enfermagem nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Diário Oficial da União, 8 fev. 2024. cofen.gov.br
- Conselho Federal de Farmácia. Resolução CFF nº 3/2025. Referenciais mínimos para o exercício da aromaterapia e da aromatologia pelo farmacêutico (Diário Oficial da União, 17 mar. 2025). cff.org.br
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