Mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil: onde atuar e o que é valorizado - Camila Castellan

O mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil está em expansão, mas não é um mercado de “vender óleo”: é um mercado de cuidado. A aromaterapeuta pode atuar em consultório e no atendimento online, em hospitais e cuidados paliativos, no SUS por meio das Práticas Integrativas e Complementares (PICS), em parceria com outros profissionais de saúde, no bem-estar e no ensino. Os dados oficiais mostram crescimento: as sessões de aromaterapia registradas no SUS passaram de 5.253 em 2019 para 104.395 em 2023[3], e revisões científicas apontam a aromaterapia como tratamento complementar em hospitais e cuidados paliativos[9][10]. O que o mercado mais valoriza é formação clínica, segurança e ética, porque é isso que permite trabalhar ao lado da equipe de saúde.

Camila Castellan

Por Camila CastellanBiomédica, neurocientista e aromaterapeuta clínica · Publicado em 3 de outubro de 2026

Resumo rápido

Resumo rápido

Onde atuarConsultório, online, hospitais, cuidados paliativos, SUS, parcerias, bem-estar e ensino.
SUSA aromaterapia faz parte da PNPIC desde 2018, pela Portaria nº 702.
CrescimentoSessões registradas no SUS: de 5.253 em 2019 para 104.395 em 2023.
HospitaisRevisões apontam uso complementar em ansiedade, náusea, dor e sono.
O que contaFormação clínica, segurança com medicamentos e ética no encaminhamento.
LimiteTratamento complementar: não substitui o tratamento médico nem faz diagnóstico.

Este artigo é para aromaterapeutas, estudantes e profissionais de saúde que pensam em trabalhar com aromaterapia. Você vai ver onde estão as oportunidades, o que dizem os dados oficiais e as pesquisas, o que o mercado valoriza e como escolher o seu caminho com segurança. Não vamos falar de valores aqui: para isso, veja quanto ganha uma aromaterapeuta.

Como está o mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil

Durante muito tempo, aromaterapia foi vista como algo ligado só a perfumaria, spa ou venda de óleos. Esse cenário mudou. Em 2006, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC)[1]. Em 2018, a Portaria nº 702 incluiu a aromaterapia na política, junto com outras nove práticas[2]. A partir daí, a aromaterapia passou a ter código próprio de procedimento no SUS, a “sessão de aromaterapia”, o que permite medir quanto ela é usada[3].

E os números mostram uma curva clara de crescimento. Segundo o relatório nacional de monitoramento das PICS, publicado pelo Ministério da Saúde em 2024, as sessões de aromaterapia registradas no SUS, somando atenção primária e atenção especializada, foram 5.253 em 2019 e 104.395 em 2023[3]. Só na atenção primária, o número de municípios com registros passou de 192 em 2022 para 290 em 2023[3].

O próprio relatório faz uma ressalva honesta: mesmo com o avanço, a aromaterapia ainda representa uma parte pequena dos registros de PICS do país, e “a prática pode ser mais utilizada nos serviços de saúde”[3]. Ou seja, é um mercado em formação. Há espaço, mas ele precisa ser ocupado com qualidade.

Fora do SUS, o crescimento vem de outra força: pessoas buscando cuidado complementar para ansiedade, sono, dor e estresse, e profissionais de saúde querendo integrar a aromaterapia ao que já fazem. Para entender o que a profissão é hoje, veja o que faz uma aromaterapeuta.

Onde a aromaterapeuta pode atuar

Áreas de atuação em aromaterapia

ÁreaComo é o trabalhoO que exige
ConsultórioAtendimento individual, com anamnese, plano e retornosRaciocínio clínico, ficha de anamnese, termo de consentimento
Atendimento onlineConsulta por vídeo, com o plano usado em casa (uso pessoal e familiar)Orientação clara de diluição e segurança, acompanhamento próximo
Hospitais e cuidados paliativosApoio a ansiedade, náusea, dor e sono, ao lado da equipe[9][10][11]Protocolos, registro, trabalho em equipe e regras da instituição
SUS (PICS)Sessões na atenção primária e em serviços especializados[3]Em geral, vínculo com o serviço; profissionais de saúde seguem o próprio conselho[7][8]
ParceriasTrabalho junto com psicólogas, nutricionistas, fisioterapeutas e médicosComunicação técnica, limites claros, encaminhamento
Bem-estarAções de autocuidado, grupos e rotinas de relaxamentoSegurança com quem usa medicação, ética na comunicação
EnsinoAulas, grupos de estudo e formação de novas profissionaisBase científica sólida e experiência clínica

Não existe um único caminho. Muitas aromaterapeutas combinam duas ou três dessas frentes, por exemplo, consultório online com parcerias e grupos de bem-estar. O ponto comum é que todas pedem a mesma base: conhecer os óleos, a fisiologia, as interações com medicamentos e os limites da prática.

Infográfico: onde a aromaterapeuta pode atuar no Brasil — consultório, online, hospitais e cuidados paliativos, SUS, parcerias, bem-estar e ensino
Mercado de trabalho da aromaterapia: onde atuar.

Consultório e atendimento online

O consultório é o caminho mais comum para quem começa. Ele pode ser presencial, em sala própria ou dividida com outros profissionais, ou totalmente online. No atendimento online, a aromaterapeuta faz a anamnese por vídeo, monta o plano e orienta o uso dos óleos em casa, para uso pessoal e familiar, com retornos para ajustar.

O online ampliou muito o alcance da profissão: uma aromaterapeuta pode atender pessoas de qualquer cidade. Mas ele aumenta a responsabilidade. Como a paciente vai preparar e usar os óleos sozinha, as orientações de diluição, as vias de uso e os sinais de alerta precisam ser muito claros. A via oral, por exemplo, é a via mais controversa e de maior risco, e só deve ser usada com o acompanhamento de uma aromaterapeuta com formação clínica, nunca por conta própria. Criança nunca ingere óleo, e recém-nascido não usa óleo.

No consultório, presencial ou online, três documentos fazem diferença: a ficha de anamnese, o termo de consentimento e um registro organizado dos retornos. Eles protegem a paciente e a profissional, e mostram para o mercado que aquele atendimento é sério.

Hospitais e cuidados paliativos

O ambiente hospitalar é onde a aromaterapia tem algumas das evidências mais estudadas. Uma meta-análise com 750 pacientes encontrou redução da ansiedade antes de cirurgias com o uso de aromaterapia, embora os autores destaquem limitações metodológicas nos estudos[12]. Na náusea após cirurgias, uma revisão Cochrane concluiu que as evidências ainda são de baixa qualidade, mas sugerem que pacientes que usaram aromaterapia podem ter precisado de menos remédio contra náusea[11].

Nos cuidados paliativos, uma revisão sistemática de 2024 encontrou resultados promissores da aromaterapia, principalmente por massagem, na dor, na ansiedade, na náusea e no sono, com a ressalva de que os estudos são muito diferentes entre si e precisam de padronização[9]. Em pacientes com câncer, uma meta-análise com 26 estudos e 2.912 participantes mostrou melhora do sono, da fadiga, da ansiedade e de sintomas depressivos[10]. E uma meta-análise sobre dor indicou que a aromaterapia pode ajudar quando combinada aos tratamentos convencionais[13].

Repare na palavra que se repete: combinada, complementar. No hospital, a aromaterapia nunca substitui o tratamento médico. Ela entra como cuidado adicional, com protocolo, registro e comunicação com a equipe. É um ambiente que exige muito da profissional: conhecer interações com medicamentos, saber quando um óleo não deve ser usado e respeitar as regras de cada instituição. Veja mais em aromaterapia em hospitais.

Na prática brasileira, quem mais atua com aromaterapia nos serviços de saúde é a enfermagem, que tem norma própria do Cofen para as PICS[7]. Para a aromaterapeuta que não é profissional de saúde, o caminho costuma passar por projetos, parcerias com equipes e serviços que aceitam terapeutas complementares, sempre dentro das regras de cada instituição.

Para quem quer atender com aromaterapia
O mercado valoriza quem sabe pensar o caso. É isso que a formação clínica ensina.
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SUS e Práticas Integrativas (PICS)

No SUS, a aromaterapia está presente principalmente na atenção primária, nas Unidades Básicas de Saúde e nas equipes de Saúde da Família. Em 2023, 698 equipes, 760 estabelecimentos de saúde e 290 municípios registraram sessões de aromaterapia na atenção primária[3]. Na atenção especializada, os registros cresceram 195% entre 2022 e 2023[3].

Quem faz esses registros? Na atenção primária, a enfermagem lidera com folga: enfermeiras e enfermeiros somaram 44.728 registros em 2022 e 2023[3]. Também aparecem médicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e farmacêuticos. E um dado chama atenção: os registros feitos por terapeutas holísticos, ocupação reconhecida na Classificação Brasileira de Ocupações[16], passaram de 356 em 2022 para 4.003 em 2023[3].

Os estudos brasileiros ajudam a entender o cenário. Uma pesquisa nacional mostrou que só cerca de um quarto dos municípios participantes tinha oferta de PICS na Estratégia Saúde da Família, e sugere que os próprios profissionais de saúde são a principal força de expansão dessas práticas, mais do que os gestores[4]. Uma revisão concluiu que as PICS ainda são oferecidas de forma tímida no SUS, com poucos dados, apesar dos impactos positivos onde foram implantadas[5]. E outra análise mostrou que essas práticas entram no SUS de formas diferentes, desde profissionais da atenção primária que as incorporam ao próprio trabalho até serviços especializados[6].

Na prática, isso significa que o SUS é um espaço real, mas que costuma ser ocupado por quem já faz parte do serviço. Para entender o caminho em detalhes, veja aromaterapia no SUS.

Parcerias com outros profissionais de saúde

Uma das frentes mais sólidas para a aromaterapeuta é a parceria com outros profissionais. Psicólogas que atendem pacientes com ansiedade, nutricionistas que acompanham sono e estresse, fisioterapeutas que tratam dor, médicos que buscam um cuidado complementar para seus pacientes: todos podem encaminhar e receber encaminhamentos.

Para a parceria funcionar, a aromaterapeuta precisa falar a língua da saúde. Isso inclui saber explicar o que a aromaterapia pode e não pode fazer, citar evidências com honestidade, respeitar o papel de cada profissional e nunca orientar mudança de medicação. A medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.

Profissionais de saúde que querem incluir a aromaterapia na própria prática também precisam conhecer as normas do seu conselho. A enfermagem tem a Resolução Cofen nº 739/2024[7] e a farmácia tem a Resolução CFF nº 3/2025[8], entre outras. Veja quem pode trabalhar com aromaterapia para o panorama completo.

Bem-estar e ensino

O bem-estar é uma porta de entrada importante: grupos de autocuidado, rotinas de relaxamento, ações em espaços de yoga, academias e clínicas. Aqui, o cuidado é não confundir bem-estar com ausência de risco. Mesmo em ações simples, há pessoas que usam medicamentos, gestantes, crianças, idosos e pessoas com asma. Uma revisão de relatos de casos encontrou efeitos adversos da aromaterapia, a maioria leves, mas alguns graves, o que reforça a necessidade de formação[14].

O ensino é outro caminho. Aromaterapeutas com experiência clínica dão aulas, conduzem grupos de estudo e ajudam a formar novas profissionais. Ensinar bem exige base científica sólida e prática: não dá para ensinar segurança sem conhecer a fundo a química dos óleos e as interações, como as descritas nas referências de segurança da área[15].

O que o mercado valoriza

O que diferencia a profissional no mercado

O que contaPor que importa
Formação clínicaPermite avaliar a pessoa, montar o plano e saber quando não usar óleo
SegurançaInterações com medicamentos, diluição, populações de risco e efeitos adversos[14][15]
ÉticaNão prometer cura, não fazer diagnóstico médico, encaminhar quando necessário
Base científicaSaber o que os estudos mostram e o que ainda precisa ser aprofundado[9][11]
DocumentaçãoAnamnese, termo de consentimento e registro dos retornos
Trabalho em equipeComunicação com médicos, psicólogas e outros profissionais

Repare que nenhum desses pontos fala de quantos óleos a profissional tem ou de quantas “receitas” conhece. O mercado de saúde valoriza quem sabe pensar o caso. Um hospital, uma psicóloga parceira ou uma paciente com ansiedade querem a mesma coisa: alguém que entenda o que está fazendo e saiba os limites. Veja raciocínio clínico em aromaterapia e aromaterapia clínica ou holística.

Infográfico: o que o mercado de trabalho valoriza na aromaterapeuta — formação clínica, segurança, ética, base científica, documentação e trabalho em equipe
O que o mercado valoriza na aromaterapeuta.

Tendências para os próximos anos

Uma observação importante: a aromaterapia não é profissão regulamentada no Brasil, e isso tem consequências práticas na forma de trabalhar e de abrir empresa. Veja aromaterapia é profissão regulamentada? e aromaterapeuta pode ser MEI?.

Como escolher o seu caminho

  1. Comece pela formação. Escolha uma formação com base clínica, segurança e discussão de casos. Veja formação em aromaterapia clínica.
  2. Defina o público. Saúde mental, sono, dor, idosos, gestantes: cada público pede conhecimentos e cuidados diferentes.
  3. Escolha o formato. Consultório presencial, online ou os dois.
  4. Organize a documentação. Anamnese, termo de consentimento e registro de retornos desde o primeiro atendimento.
  5. Construa parcerias. Apresente seu trabalho a profissionais de saúde com evidências e limites claros.
  6. Divulgue com ética. Sem promessa de cura e sem depoimentos inventados. Veja como divulgar atendimentos de aromaterapia.

Mitos e verdades

Como a Mentoria ATP trabalha esse tema

Na Mentoria ATP, o mercado de trabalho é tratado a partir da prática clínica. As alunas aprendem a montar o raciocínio do caso, a avaliar interações com medicamentos, a documentar o atendimento e a se comunicar com outros profissionais de saúde. Os casos são discutidos em grupo, sempre sem nome e sem rosto, e há conteúdos sobre atendimento online, parcerias e divulgação ética.

Eu trago para a Mentoria mais de 10 anos de atendimento clínico, e já são mais de 300 alunas formadas. O objetivo é que cada uma escolha o próprio caminho, seja consultório, online, parcerias ou serviços de saúde, com segurança para atender como tratamento complementar, ao lado da equipe de saúde.

Camila Castellan

Mentoria ATP · Formação profissional em aromaterapia clínica
Atenda com aromaterapia clínica, com segurança e base científica
  • ✓Raciocínio clínico em saúde mental: da avaliação ao plano de cuidado personalizado
  • ✓Segurança para atender quem usa medicamentos psiquiátricos
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+300 alunas formadas+10 anos de atendimento clínicoDra. Camila Castellan
O que dizem as alunas
Depoimento em vídeo da aluna Daise sobre a Mentoria ATP▶Daise, aluna da ATPDepoimento em vídeo da aluna Letícia sobre a Mentoria ATP▶Letícia, aluna da ATPDepoimento em vídeo da aluna Tânia sobre a Mentoria ATP▶Tânia, aluna da ATP
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Perguntas frequentes

Como está o mercado de trabalho da aromaterapia no Brasil?

Em expansão. As sessões de aromaterapia registradas no SUS passaram de 5.253 em 2019 para 104.395 em 2023[3], e há demanda em consultório, online e parcerias.

Onde a aromaterapeuta pode trabalhar?

Consultório, atendimento online, hospitais e cuidados paliativos, SUS, parcerias com profissionais de saúde, bem-estar e ensino.

A aromaterapia está no SUS?

Sim. Foi incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares pela Portaria nº 702/2018[2].

Quem faz aromaterapia no SUS?

Principalmente a enfermagem, mas também médicos, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos e terapeutas holísticos registram sessões[3].

Hospitais usam aromaterapia?

Sim, como tratamento complementar. Há revisões sobre ansiedade antes de cirurgias, náusea e cuidados paliativos[9][11][12].

Dá para trabalhar com aromaterapia online?

Sim. O atendimento online é comum, mas exige orientação muito clara de diluição, vias de uso e sinais de alerta.

O que o mercado mais valoriza na aromaterapeuta?

Formação clínica, segurança com medicamentos, ética, base científica e capacidade de trabalhar em equipe.

Preciso ser da área da saúde para trabalhar com aromaterapia?

Não, a profissão não é regulamentada. Mas profissionais de saúde seguem as normas do próprio conselho[7][8], e serviços de saúde costumam exigir vínculo e formação.

Aromaterapia substitui o tratamento médico?

Não. É tratamento complementar, não faz diagnóstico médico, e a medicação só se reduz ou se suspende junto com o médico.

Quanto ganha uma aromaterapeuta?

Depende do formato de trabalho. Falamos disso em detalhe no artigo sobre quanto ganha uma aromaterapeuta.

Referências

  1. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 971, de 3 de maio de 2006. Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde.
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 702, de 21 de março de 2018. Inclui novas práticas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), entre elas a aromaterapia.
  3. Brasil. Ministério da Saúde. Relatório de Monitoramento Nacional das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde nos Sistemas de Informação em Saúde do SUS (2017-2023). Brasília: Ministério da Saúde; 2024. gov.br/saude
  4. Barbosa FES, Guimarães MBL, Santos CRD, Bezerra AFB, Tesser CD, Sousa IMC. Oferta de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde na Estratégia Saúde da Família no Brasil. Cad Saude Publica. 2020;36(1):e00208818. doi:10.1590/0102-311X00208818
  5. Ruela LO, Moura CC, Gradim CVC, Stefanello J, Iunes DH, Prado RRD. Implementation, access and use of integrative and complementary practices in the unified health system: a literature review. Cien Saude Colet. 2019;24(11):4239-50. doi:10.1590/1413-812320182411.06132018
  6. Sousa IMC, Tesser CD. Medicina Tradicional e Complementar no Brasil: inserção no Sistema Único de Saúde e integração com a atenção primária. Cad Saude Publica. 2017;33(1):e00150215. doi:10.1590/0102-311X00150215
  7. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução Cofen nº 739, de 5 de fevereiro de 2024. Normatiza a atuação da Enfermagem nas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Diário Oficial da União, 8 fev. 2024. cofen.gov.br
  8. Conselho Federal de Farmácia. Resolução CFF nº 3/2025. Referenciais mínimos para o exercício da aromaterapia e da aromatologia pelo farmacêutico (Diário Oficial da União, 17 mar. 2025). cff.org.br
  9. Gonçalves S, Marques P, Matos RS. Exploring aromatherapy as a complementary approach in palliative care: a systematic review. J Palliat Med. 2024;27(9):1247-66. doi:10.1089/jpm.2024.0019
  10. Liu Y, Xu M, Tian Q, et al. Effects of aromatherapy on physical and psychological symptoms in cancer patients: a systematic review and meta-analysis. Cancer Nurs. 2026;49(2):E203-E214. doi:10.1097/NCC.0000000000001384
  11. Hines S, Steels E, Chang A, Gibbons K. Aromatherapy for treatment of postoperative nausea and vomiting. Cochrane Database Syst Rev. 2018;3(3):CD007598. doi:10.1002/14651858.CD007598.pub3
  12. Huang H, Wang Q, Guan X, et al. Effect of aromatherapy on preoperative anxiety in adult patients: a meta-analysis of randomized controlled trials. Complement Ther Clin Pract. 2021;42:101302. doi:10.1016/j.ctcp.2021.101302
  13. Lakhan SE, Sheafer H, Tepper D. The effectiveness of aromatherapy in reducing pain: a systematic review and meta-analysis. Pain Res Treat. 2016;2016:8158693. doi:10.1155/2016/8158693
  14. Posadzki P, Alotaibi A, Ernst E. Adverse effects of aromatherapy: a systematic review of case reports and case series. Int J Risk Saf Med. 2012;24(3):147-61. doi:10.3233/JRS-2012-0568
  15. Tisserand R, Young R. Essential Oil Safety: A Guide for Health Care Professionals. 2. ed. Edimburgo: Churchill Livingstone/Elsevier; 2014.
  16. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Família 3221; 3221-25: terapeuta holístico.